domingo, 21 de dezembro de 2014

Eunicio reúne aliados e filiados em confraternização do PMDB

O senador Eunício Oliveira reuniu deputados, vereadores, prefeitos, vice-prefeitos e várias lideranças políticas da Capital cearense e do Interior para uma confraternização do PMDB, em Fortaleza na tarde deste sábado, 20. Além de celebrar o fechamento do ano, o encontro serviu para debater os rumos do Partido em 2015, quando se inicia novo governo da presidente Dilma Rousseff e a formação do bloco de oposição na Assembleia Legislativa.
Eunicio encerra 2014 com grandes conquistas no Senado. À frente da liderança do PMDB e do bloco da Maioria, ele foi um dos principais responsáveis pela aprovação do novo Código Penal brasileiro, pela Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO), e pelo relatório que destinou investimento de R$ 1 bilhão para Nordeste e o Norte, além de outros.
Em 2015, Eunicio continuará seu trabalho incansável por mais recursos e investimentos para o Ceará. "Esse é um momento de confraternização e também de mostrarmos a unidade do nosso PMDB. Em 2015 vamos continuar lutando pra fazer um Ceará melhor, com mais igualdade social. Aproveito a oportunidade para desejar um feliz Natal e próspero Ano Novo para todos os nossos irmãos cearenses", afirmou Eunício.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Danniel Oliveira divulga questionário sobre reforma política

Durante a sessão plenária desta quarta-feira, 17, o deputado estadual Danniel Oliveira (PMDB) colocou em pauta a reforma política, que é, de acordo com o parlamentar, um clamor social que precisa ser atendido pelo Congresso Nacional. O deputado divulgou a iniciativa do PMDB e da Fundação Ulysses Guimarães (FUG), que buscam, através de um questionário online, envolver a população neste debate.
O documento em questão trata-se de um formulário com 20 perguntas que abordam, de forma simples, os principais temas que envolvem a reforma política, como financiamento público de campanha, o fim das coligações, as cláusulas de barreira, além do voto distrital ou em lista fechada. Com base nas respostas coletadas, será formulado um projeto de iniciativa popular para ser apresentado ao Congresso Nacional em 2015. “A ideia é abrir democraticamente o debate sobre a reforma política, respeitando a vontade da maioria”, explicou Danniel.
O questionário encontra-se disponível no hotsite www.reformapolitica.pmdb.org.br, e qualquer um pode ter acesso a ele. “Como presidente da Juventude do PMDB e um dos representantes da FUG no Ceará, eu convido todos que possam participar, que se interessem e que clamem por uma reforma política”, concluiu.
A FUG no Ceará
A Fundação Ulysses Guimarães é uma iniciativa do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, criada em 1981, com foco na educação e formação política. Sua sede se localiza em Brasília, mas devido ao programa de Ensino a Distância – EAD, os cursos são oferecidos em todo o Brasil.
No Ceará, os cursos da FUG tiveram início em outubro de 2013, e até agora mais de 3.200 alunos foram certificados. As aulas são realizadas com a coordenação de Roberto Wagner Machado, e com o apoio da Juventude do PMDB – JPMDB, presidida pelo deputado estadual Danniel Oliveira. Todos os cursos são disponibilizados de forma gratuita e certificados pelo Ministério da Educação – MEC.
Com o objetivo de promover o debate sobre Reforma Política e divulgar o questionário, a FUG Ceará irá realizar uma serie de encontros. O primeiro acontece no dia 18 de dezembro, às 19:00, na Escola Municipal Professora Maria Gondim dos Santos, no bairro Papicu, em Fortaleza, com a presença de alunos, professores e membros da comunidade. A previsão é que em janeiro aconteçam mais seis encontros como esse no interior do Estado.

Blog Roberto Moreira / Diário do Nordeste

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Eunício se reúne com futuro ministro da fazenda, Joaquim Levy

Brasília, 17 de dezembro de 2014. O senador Eunício Oliveira, líder do PMDB e da Maioria no Senado, se reuniu nesta quarta-feira, com o futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O encontro faz parte de uma séria de reuniões que Levy está realizando com os líderes do PMDB e de outros partidos da base aliada do governo Dilma.
Eunício e Levy trataram sobre a convalidação dos incentivos fiscais para os estados. A questão voltará a ser discutida pelo Senado em fevereiro do próximo ano, mas já houve uma manifestação favorável por parte do ministro sobre a questão. Na ocasião Joaquim Levy ressaltou o protagonismo do Legislativo na aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e sua importância.
A convalidação vai legitimar incentivos fiscais para o setor produtivo brasileiro. Sobre essa discussão, a principal preocupação de Eunício Oliveira é assegurar a permanência de grandes empresas no Ceará, garantindo os empregos gerados e possibilitando o desenvolvimento dos municípios cearenses onde essas empresas estão instaladas.

Eunício comemora aprovação do texto principal do Novo Código do Processo Civil

Após amplo acordo de líderes o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16) o texto base do Projeto de Lei (166/10) que institui um novo Código de Processo Civil. A proposta deve agilizar as decisões judiciais já que busca eliminar boa parte dos recursos que, hoje, podem ser apresentados durante o andamento dos processos. O novo texto ainda amplia as multas para quem abusa do direito de recorrer. Além disso, inova com um dispositivo, o incidente de resolução de demandas repetitivas, que possibilita uma mesma decisão para milhares de ações iguais que muitas vezes abarrotam as varas de Justiça. Também estimula a solução consensual dos conflitos, com fase prévia para a tentativa de composição entre as partes.
Para Eunício Oliveira, líder do PMDB e da Maioria, a matéria é urgente, necessária e dará mais agilidade ao processo jurídico. “Precisamos tanto ampliar o acesso à justiça como também garantir mais agilidade a esse processo. O cidadão clama por essa atualização”, disse.
O peemedebista ainda destacou o trabalho desempenhado pelo relator da matéria em plenário, Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), além de fazer referência a iniciativa do senador José Sarney (PMDB-AC), que quando presidente do Senado instituiu a comissão especial de juristas para a elaboração da proposta, através do trabalho do então presidente do colegiado, o agora ministro do STF, Luiz Fux.
Apesar de registrar o empenho do relator para acatar as emendas dos senadores, Eunício defendeu em plenário que todos os destaques sejam discutidos e votados separadamente. “É uma matéria muito importante e que merece uma maior discussão dos destaques apresentados. Cada observação em plenário é fundamental para apresentarmos um texto final satisfatório e que esteja afinado com a nossa realidade”, argumentou.
O senado retoma nesta quarta-feira (17) sessão para discutir e votar os 19 destaques apresentados pelos parlamentares.
A proposta foi debatida em audiências públicas em Brasília e em diferentes capitais. A população participou também encaminhando sugestões por meio de canais eletrônicos abertos especialmente para debater o tema.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Danniel Oliveira critica modelo de segurança do Estado

Durante a sessão plenária desta sexta-feira, 12, o deputado Danniel Oliveira fez criticas o modelo de segurança pública do Ceará, avaliado por ele como “totalmente corrompido, sem mérito e vitórias”. Ele defendeu uma mudança no modo como é gerida a pasta e lembrou que o governador Cid Gomes foi eleito com o discurso de que o Ronda do Quarteirão traria segurança. Segundo o peemedebista, dados mostram que esse plano não foi vitorioso.

Em outro momento, o deputado falou do aumento da circulação de drogas no Estado, fator que reflete no aumento da criminalidade. “Está entrando droga à luz do meio dia em Santana do Cariri, município que faz fronteira entre Ceará e Pernambuco. Peço que o secretário de segurança acorde e tome alguma medida”, declarou.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Danniel Oliveira é homenageado pela Assalce

O deputado estadual Danniel Oliveira recebeu, na manhã desta sexta-feira, 12, uma homenagem da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará - Assalce, pela sua contribuição na aprovação do PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos servidores da Casa. A placa condecorativa foi entregue das mãos do presidente da Assalce, Luís Edson, e do ex-presidente José Mathias.

O novo plano, aprovado ontem na AL, prevê a redefinição das carreiras e estabelece os critérios para ingresso e ascensão funcional dos servidores. "Durante as discussões, tanto na Comissão de Constituição e Justiça, quanto no plenário, víamos a necessidade da aprovação desse plano, até mesmo para corrigir as distorções salariais que existem aqui dentro da Assembleia Legislativa", afirmou.

Danniel também demonstrou sua imensa satisfação de fazer parte desse momento. "Nós esperamos que isso sirva de modelo para que todos os cargos públicos do Estado do Ceará tenham seu plano de cargo e carreira aprovados, dando a valorização e melhorando o trabalho dos nossos funcionários públicos", concluiu.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Danniel Oliveira critica onda de ataques a bancos no Ceará

O deputado estadual Danniel Oliveira fez um alerta, durante a sessão plenária desta sexta-feira, 12, para a quantidade de ataques a bancos que aconteceram no Ceará em 2014. O parlamentar apresentou dados do Sindicato dos Bancários do Ceará, que contabilizam 72 ocorrências até agora. Os ataques mais recentes aconteceram na última quarta-feira, onde uma agencia do Banco do Brasil foi explodida em Jardim, e o Bradesco do município de Ibicuitinga foi invadido.
Os ataquem vêm acontecendo em todo o Ceará, mas principalmente na Região Metropolitana de Fortaleza, com 33,3% das ocorrências. Só em Fortaleza houve 14 ataques, incluindo saidinhas bancarias, invasão de bancos e explosão de agencias. Para Danniel, isso apenas ressalta o clima de insegurança que se instalou na capital cearense. “Mais uma vez Fortaleza fica na 7º colocação como a cidade mais violenta do mundo. Esse ranking foi de 2012 e agora se repete. O Ceará é o quarto no Brasil onde acontecem os ataques a bancos seguidos de morte”, destacou.
O levantamento do Sindicato dos Bancários também mostra que não houve redução desse tipo de crime de 2013 para 2014.  “Já são 72 ataques a bancos apenas em 2014. Em 2013, foram 75 ações desse tipo. Isso mostra que não há redução. De 2012 para cá, foi a mesma coisa e nada está sendo feito para barrar”, lamentou.
O deputado disse ainda que não há controle de fronteiras no Estado. Segundo ele, os bandidos fazem os assaltos e migram para outras regiões. “Em Lavras da Mangabeira já aconteceu mais de três assaltos. Um município que tem apenas quatro policiais para tomar de conta de 34 mil habitantes. Não tem como fazer segurança sem um policiamento adequado”, afirmou.
Outro exemplo citado pelo deputado da falta de policiamento é o caso do município de Santana do Cariri, que faz fronteira com o estado de Pernambuco. “Não há sequer uma viatura da policia militar em Santana do Cariri, e é por essa divisa que a droga entra no nosso estado. Já fizemos muitos alertas sobre isso, mas nada foi feito até agora”, lamentou.
O deputado finalizou seu pronunciamento pedindo que o futuro governador, Camilo Santana, tome as devidas providencias para sanar a questão da falta de segurança. “É preciso aumentar o número de policiais não só na Capital, mas também no interior. É imprescindível que essa força militar vá pra o interior do estado”, pontuou.

Eunício defende aplicação dos impostos com rigor e critério, em artigo publicado na edição do O Povo de hoje

É dever de todo homem público trabalhar para que os impostos pagos pelos contribuintes sejam aplicados com rigor e critério. Trata-se de respeitar o dinheiro dos contribuintes. A mesma preocupação devemos ter ao propormos novas fórmulas de arrecadação. Muitas vezes, diante da forte tentação do caminho mais fácil, governantes seguem a velha solução de criar mais impostos para atender as crescentes necessidades financeiras ou para compensar a crua realidade de pesadas heranças fiscais.
Administrações públicas modernas, entretanto, baseadas no planejamento e no rigoroso respeito ao dinheiro dos contribuintes, com gestores que somam competência, eficácia e criatividade, passaram a ser uma exigência da população.
Conheço as dificuldades dos governos em geral financiarem suas máquinas e ainda fazer investimento. Por isso, como senador, no ano passado, em emenda à Constituição, destinamos, obrigatoriamente, 50% do valor das emendas do Orçamento Impositivo para o custeio da área de Saúde. Algo como R$ 5 bilhões por ano de recursos novos para o setor. Essa iniciativa ampliará os repasses à Saúde, destinando, até 2018, 15% da receita corrente líquida da União para melhorar o atendimento em hospitais e postos de atendimento.
A isso chama-se critério: pegar os impostos já pagos pelos contribuintes e destiná-los aos setores que realmente necessitam de mais investimentos e recursos. A CPMF, por tratar-se de uma contribuição federal, não compõe a fatia de recursos que a União repassa a estados e municípios via Fundos de Participação, como o FPM e FPE, qualquer que seja a faixa ou alíquota. E quem conhece a formação de custos de uma empresa, sabe da sua influência direta no preço final de serviços e produtos, gerando inflação, o que diminui a renda dos trabalhadores.
Somando-se a penalização que a CPMF provoca no bolso de todo e qualquer trabalhador que recebe seu salário por meio de depósito bancário, é fácil calcular o quanto a CPMF é perversa para a sociedade em geral e para o setor produtivo em particular.

Danniel Oliveira lamenta os 74 ataques a bancos no Ceará em 2014

De acordo com o deputado Danniel Oliveira (PMDB) o número de assaltos a bancos tem sido alto o suficiente para dificultar o aluguel de imóveis próximos a agências bancárias. Conforme informou, foram 74 ataques em 2014, sendo 14 em Fortaleza. Oliveira destacou ainda que o Estado é um dos que tem mais casos de morte nas ocorrências, ocupando o 4° lugar. “Isso é um dado relevante e preocupante. O sistema de controle está no mínimo obsoleto”, afirma. O deputado pediu ao próximo Governador que priorize a contratação de novos policiais para o interior do estado.


Fonte: blogs.diariodonordeste

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Eunício destaca avanços no relatório sobre Código Penal

O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) considerou um avanço importante o relatório apresentado pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), ao Projeto de Lei (PLS 236/12) que traz mudanças ao Código Penal Brasileiro. A matéria foi lida nesta quarta-feira (10), durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Eunício presidiu a Comissão Especial que discutiu e aprovou o texto, quando transformou em projeto as sugestões apresentadas por um grupo de juristas.
De acordo com Eunício, todos os membros da CCJ terão até a próxima quarta-feira (dia previsto para votação do projeto) para fazer ajustes na matéria através de emendas. Mas para ele, o relatório do senador Vital reproduz em grande parte os avanços assegurados no texto elaborado pela comissão especial. “É uma atualização necessária. A sociedade de hoje exige uma legislação mais moderna e que tenha reflexos diretos sobre a segurança pública e que colabore no combate a criminalidade”, defendeu.
A proposta sugere penas maiores para crimes contra a vida, aumenta o rol de crimes hediondos e torna mais rigoroso o modelo de progressão de penas, impondo ao condenado por crime mais grave, tempo maior sob regime fechado nos presídios.
O projeto traz dispositivos que tornam hediondo os crimes de corrupção ativa e passiva e enriquecimento ilícito. Além do aumento da pena mínima para homicidas – passando dos atuais seis para oito anos e maior rigor para concessão do benefício de progressão de penas. Com o novo texto, o condenado só teria direito ao benefício após o cumprimento de 1/4 da pena. Atualmente a exigência é de apenas 1 /6. O texto preservou o limite máximo de 30 anos de prisão, mas com ressalva caso ocorra condenação por fato posterior ao início do cumprimento da pena. Nessa hipótese, o limite máximo poderá passar a ser de 40 anos, não importando o período de pena já cumprido.
Alguns temas polêmicos não tiveram sugestão de mudança, como a manutenção do crime de aborto nas condições que a legislação já prevê e o crime de porte de droga ilícita.
Mais informações sobre o projeto:

Para Eunício, Pedro Simon é um dos maiores senadores de todos os tempos

Representando o presidente do Senado, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) participou nesta terça-feira (09) do lançamento da coletânea de entrevistas do Senador Pedro Simon (PMDB-RS), que depois de mais de 60 anos de mandato se despede da Casa este ano.
O Livro intitulado “Entrevistas” traz uma série de depoimentos e participações do senador em entrevistas a jornais, revistas e programas de TV, desde 1978, quando foi eleito senador pela primeira vez.
Para Eunício, Simon é hoje um dos maiores senadores de todos os tempos. “Ele é para nós uma referência, um modelo pela sua atuação na defesa da democracia e das instituições”, reconheceu.
Ainda de acordo com o líder peemedebista, “o mandato dele é motivo de orgulho. Ele é corajoso em suas ideias e na defesa delas”, elogiou.
Filiado ao PMDB, Pedro Simon ingressou no partido quando este ainda era MDB, esteve diretamente ligado ao peemedebista Ulysses Guimarães. No legislativo, teve participação efetiva nas CPIs dos anões do orçamento e da que levou ao impeachment do presidente Fernando Collor.
O senador gaúcho é autor de 135 obras. Entre elas estão “A impunidade veste colarinho branco”, “Atualidade de Alberto Pasqualini” e “O Senado nos trilhos da história”.

DEU NO DIÁRIO DO NORDESTE: Ministério Público pede cassação de governador eleito Camilo Santana

Próximos da diplomação para exercer mandato que inicia em 2015, o governador eleito Camilo Santana, a vice Izolda Cela e alguns deputados estão tendo suas vitórias questionadas pelo Ministério Público por possíveis irregularidades na campanha. Eles ainda não foram notificados. As punições variam de multas por conduta vedada à cassação do diploma dos eleitos, caso se confirme a compra de votos.
Entre os que podem ser submetidos às sanções mais sérias, como cassação do diploma, estão o deputado federal reeleito Danilo Forte (PMDB), a deputada estadual eleita Augusta Brito (PCdoB), o futuro governador Camilo Santana (PT) e a vice-governadora Izolda Cela (PROS).
Outros parlamentares que foram eleitos também são citados nas ações, mas estão sujeitos apenas ao pagamento de multas, a exemplo dos deputados federais José Guimarães (PT) e Genecias Noronha (SD) e do estadual Osmar Baquit (PSD).
A diplomação dos candidatos eleitos será no dia 19 de dezembro, quando se encerra o prazo para que o Ministério Público envie as ações de conduta vedada e compra de votos ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). De acordo com o procurador regional eleitoral do Estado, Rômulo Conrado, processos mais complexos e com pedidos de punições mais severas só serão encaminhados na próxima semana. Ele acrescenta que poderá entrar com ações de impugnação de mandato até 15 dias após a diplomação.
Danilo Forte é citado em uma ação juntamente com o candidato derrotado ao Governo, Eunício Oliveira, o prefeito de Martinópole, James Martins, a primeira-dama do Município, Raphaelle Barros, o vereador Aleudiney Monte e outros agentes públicos. O Ministério Público Federal acusa os réus de promoverem doação de presentes e cestas básicas em troca de apoio a Danilo Forte e Eunício Oliveira, ambos apoiados pelo prefeito.

Brindes
As fotos das doações dos brindes foram postadas na rede social Facebook. Nas imagens, os agentes públicos aparecem com adesivos e bottons dos candidatos. A Procuradoria Regional Eleitoral reivindica a aplicação de multas para todos os envolvidos e a cassação do registro de candidatura ou diploma dos que foram candidatos. Somente Danilo Forte foi eleito e pode ser submetido à sanção mais grave.
Já a deputada eleita Augusta Brita terá o mandato questionado pelo Ministério Público Federal por beneficiamento da máquina pública de São Benedito em prol de sua candidatura. Além dela, são responsabilizados o prefeito da cidade, Gadyel Gonçalves, que é marido de Augusta, e o secretário municipal de Administração e Finanças, Augusto Brito, pai da candidata eleita.
A Procuradoria Regional Eleitoral alega que houve a contratação irregular de 196 servidores temporários em período proibido pela legislação eleitoral. Os trabalhadores ainda teriam sido utilizados em atos de campanha da candidata Augusta Brito.
Além dos 196 servidores, a Prefeitura de São Benedito contratou 362 pessoas para prestar serviços temporários na Secretaria de Educação. A ação assinada pelo procurador Rômulo Conrado pede a imputação de multas aos envolvidos e a cassação do diploma de Augusta.

Militares
Rômulo Conrado também encaminhou representação ao TRE solicitando suspensão dos procedimentos disciplinares instaurados contra militares que manifestaram apoio político ou declaração contrária a interesses eleitorais ligados à candidatura governista, no caso Camilo Santana.
Além do petista, são citados no processo a candidata a vice Izolda Cela, o secretário da Segurança Servilho Paiva, o controlador geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança, Frederico Sérgio Lacerda, e o Estado do Ceará, representado pelo procurador geral Fernando Oliveira.
Camilo Santana é citado em outros processos. Em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral enviada em setembro à Corregedoria Regional Eleitoral, Rômulo Conrado questiona recursos de convênios estaduais repassados a municípios em período vedado pela legislação. Neste caso, é pedida a inelegibilidade por oito anos de todos os envolvidos e ainda a cassação do registro ou diploma de Camilo e Izolda, "candidatos diretamente beneficiados pelo abuso de poder".
O deputado federal Genecias Noronha, e a esposa, Aderlânia Noronha, deputada estadual eleita, foram enquadrados pelo Ministério Público Federal, que pede que ambos sejam submetidos ao pagamento de multas. A Procuradoria Regional Eleitoral sustenta que a prefeita de Parambu, Keylly Mateus Noronha, sobrinha e afilhada de Genecias, usou a máquina pública em benefício do deputado federal e de sua mulher, eleita deputada.

Notícias
O beneficiamento eleitoral ocorreu, segundo o Ministério Público, na "Festa das Mães", ainda em maio, com distribuição de brindes, e na publicação de notícias em favor dos candidatos no site da Prefeitura de Parambu.
O prefeito de Quixeramobim, Cirilo Pimenta, o deputado federal José Guimarães e o deputado estadual Osmar Baquit constam em ação por suposto beneficiamento da máquina pública. Eles teriam usado carros do Município, agentes públicos e o site da Prefeitura de Quixeramobim para fazer campanha eleitoral.
Outros candidatos que não se elegeram podem ser penalizados. É o caso do pleiteante a deputado estadual David Duarte, filho do prefeito de Limoeiro de Norte, Paulo Duarte. Eles responderão pela realização de festas, no período eleitoral, bancadas pela Prefeitura de Limoeiro, com distribuição de comidas e bebidas e sorteio de TVs, geladeiras, bicicletas e fogões.
O candidato a deputado estadual não eleito Robert Burns, suplente de vereador em Fortaleza, é citado em processo por ter oferecido a eleitores vantagens em programas habitacionais.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Para Eunício, violência já virou epidemia e atinge principalmente os jovens

O senador Eunício Oliveira (PMDB), líder do Bloco da Maioria no Senado, chama atenção para a problemática da segurança pública no Ceará e também no Brasil. De acordo com o parlamentar, a 8ª edição do anuário brasileiro de segurança pública registra que 50.806 pessoas foram vítimas de homicídios em 2013, o que corresponde a 5,8 pessoas assassinadas a cada hora no País.
Eunício alerta para o fato da violência já ter se tornado uma epidemia que atinge, principalmente, os jovens com até 24 anos de idade, informando ainda que o custo para a nação com esses mais de 50 mil assassinatos chega a R$ 258 bilhões, ou 5,4% do PIB brasileiro.
“É particularmente doloroso para nós, cearenses, ver o Ceará em segundo lugar em número de homicídios entre as 27 unidades da federação”, lamenta, lembrando que entre 2012 e 2013, o número de assassinatos no Estado sofreu uma variação de 16,5%. “Foi o maior crescimento nacional na taxa de homicídios”, observa.
O senador destaca ainda que a nossa capital, Fortaleza, é considerada, pelo segundo ano seguido, a sétima cidade mais violenta do mundo pelo conselho cidadão para a segurança pública e justiça penal, do México. Conforme Eunício, em 2012, a capital cearense ocupava a décima segunda posição nesse ranking.
“O governo do Ceará, em vez de enfrentar a situação com energia e determinação, recorre a malabarismos estatísticos para minorar os índices de violência no Estado. A mais nova falácia é afirmar que nos últimos três meses caiu o número de homicídios em relação ao mesmo mês do ano anterior no Ceará. Porém, em setembro, a quantidade de homicídios foi maior que em agosto. E em outubro, foi maior que em setembro, registrando a maior quantidade de assassinatos no Ceará desde março”, comenta.
Eunício aponta que pelos dados, até outubro, a média mensal de homicídios em 2014 no Ceará segue maior que a de 2013. “Esta é a verdade, entre tantas, que o Governo do Estado insiste em disfarçar, a ponto de o anuário de segurança pública 2014, na página 10, citar o Ceará como uma unidade da federação que se negou a fornecer dados sobre suicídios, letalidade e vitimização policial por classificar tais informações como estratégicas”, ressalta.
Para o senador, essa falta de transparência e de idoneidade transformou em rotina decisões como a do último dia 11 de novembro, na sessão plenária do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, que proibiu a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado de contratar serviços e equipamentos de videomonitoramento por supostos vícios em um pregão eletrônico.
“A dura realidade é que não existe, no âmbito da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, infraestrutura capaz de responder a real demanda da população”, pontuou. O senador cita ainda que em 2007, para cada cearense, o governo investiu R$ 62, e em 2013, o gasto saltou para R$ 166,24. Com isso, o aumento das despesas na rubrica da segurança pública entre 2007 e 2013 foi de aproximadamente 160%, mas, na avaliação do senador, os resultados foram inversos ao volume de investimentos.
“Digo que tardou o anúncio de que a presidente Dilma Rousseff deve enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição para que a União passe a dividir com os estados a responsabilidade da condução das políticas de segurança pública”, defendeu. Eunício reforça que a segurança é uma responsabilidade dos estados, prevista na Constituição, porém compreende que o Governo Federal tem o dever de colaborar com esse processo, estreitando a parceria com estados e municípios.
“A violência deve ser enfrentada com aparatos de inteligência e segurança pública modernos, capazes de vencer o crime cada vez mais organizado em torno do tráfico de drogas e de armas. O Brasil precisa ingressar na era da alta tecnologia como instrumento de planejamento nesse campo”, argumenta.
Eunício defende ainda que se deve multiplicar, simultaneamente, os canais de qualificação para policiais e agentes de segurança pública, pois precisamos de polícias mais eficientes, mais inteligentes, mais preparadas e mais organizadas. Além disso, destaca, o profissional de segurança pública deve ter condições dignas de trabalho, para que possa se engajar na missão de velar pela paz na sociedade.
“Felizmente, torna-se cada vez mais consensual no nosso País a ideia de que o controle da violência não pode ser apenas uma agenda de governo, mas sim o objeto da ação de todos os setores da sociedade. Estamos falando, afinal, do que talvez seja a principal disputa da nossa geração, aquela da qual depende o futuro das nossas crianças e adolescentes, sobretudo dos que habitam nossas periferias mais pobres e menos protegidas da criminalidade e do tráfico”, reforçou.
Para o senador, é urgente que se desenvolvam políticas públicas com o objetivo específico de reduzir já os índices de violência, não podendo mais tolerar que dezenas de milhares de brasileiros, principalmente jovens, continuem sendo mortos a cada ano. “Nossa Constituição diz que a segurança não é apenas um dever do estado e um direito do cidadão, mas uma responsabilidade de todos. Não é hora, portanto, de fugirmos dessa responsabilidade”, finalizou.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

PMDB articula megaofensiva na RMF nas eleições de 2016

A disputa eleitoral de 2014 mal acabou e já foram iniciadas articulações para as disputas municipais daqui a dois anos. Derrotado na disputa pelo Governo do Ceará, o senador Eunício Oliveira, presidente do PMDB estadual, e seus aliados preparam campo político para lançar candidaturas em Fortaleza e em municípios, principalmente, da Região Metropolitana.
“Com vitória forte do grupo político nessas regiões, devemos ter boas candidaturas em todos os grandes municípios”, disse o senador ao O POVO. Conforme adiantou, em Maracanaú, a previsão é apoiar o atual prefeito Firmo Camurça (PR), afilhado político do ex-prefeito Roberto Pessoa (PR), que disputou como vice de Eunício neste ano.

Outro importante colégio eleitoral, o município de Caucaia, também já tem pré-candidato apontado pelo PMDB: o reeleito deputado federal Danilo Forte (PMDB). O parlamentar se disse “lisonjeado” por ter o nome lembrado para uma disputa majoritária, mas disse que ainda vai dialogar com lideranças locais.
“Fui o deputado mais votado no município e tenho toda uma trajetória com Caucaia de quase 10 anos, mas não vou entrar numa aventura. Vou ouvir, conversar e, mais perto, tomaremos essa decisão”, pontuou Forte.

Roberto Pessoa afirmou que, durante almoço com 13 deputados eleitos, há poucos dias, ficou acertado que os partidos que formaram aliança na disputa pelo Governo buscarão fortalecer nomes que têm apelo junto à população para disputar as prefeituras. “Se o DEM, por exemplo, teve um candidato de destaque em certo município, toda a coligação vai apoiá-lo e assim por diante, transformando-se quase em um partido único”, disse.

Prefeitura de Fortaleza
Questionado se poderá ser candidato à Prefeitura de Fortaleza, Eunício ponderou que avaliará no momento oportuno. “Eu nunca digo dessa água não beberei e, na política, não tem nunca ou jamais”, frisou. 

Entre os nomes fortes na coligação de Eunício para disputar a prefeitura da Capital, estão o atual vice-prefeito, Gaudêncio Lucena (PMDB), e o deputado estadual mais votado Capitão Wagner (PR). Sobre a indicação de Wagner, o senador pontuou que o deputado “é um grande nome e uma surpresa positiva do ponto de vista eleitoral”, mas evitou anunciar pré-candidatura.

Gaudêncio Lucena, indicado para vice por Eunício, em 2012, disse que o grupo tem tido o cuidado de não adiantar a sugestão de nomes para “preservar a unidade”. Ele evitou falar sobre o interesse em disputar o pleito.

Segundo Lucena, o PMDB deve se reunir com os partidos aliados, ainda em 2014, para tratar dos critérios de escolha de candidatos.(Colaborou Carlos Mazza)

NÚMEROS

46,41%
dos votos foi o total obtido por Eunício na disputa do2° turno para o Governo 

57,2%
dos votos de Fortaleza foram para Eunício Oliveira no 2° turno

Nomes que podem disputar prefeituras em 2016

Capitão Wagner
Nome de destaque do PR na aliança com PMDB para a Prefeitura de Fortaleza. Foi eleito vereador, em 2012, como o mais votado da Capital. Ganhou destaque após liderar greve da Polícia. 

Danilo Forte
Eleito deputado federal em 2010, Forte foi apontado por Eunício como pré-candidato à Prefeitura de Caucaia, segundo maior colégio eleitoral do Estado, no qual foi o mais votado. 

Firmo Camurça
Atual prefeito de Maracanaú, foi vice de Roberto Pessoa antes de disputar o cargo em 2012. Pessoa já garantiu novo apoio ao afilhado político, com o acréscimo de Eunício na aliança. 

Gaudêncio Lucena
Foi indicado a vice-prefeito de Fortaleza por Eunício Oliveira, em 2012, na chapa com Roberto Cláudio (Pros), afilhado político do governador Cid Gomes (Pros), ex-aliado do PMDB.

SERVIÇO

Confira informações sobre o PMDB no CE
Site: www.pmdb-ce.org.br
Onde: Av. Senador Virgílio Távora, 318 – 5º Andar - Meireles
Outras informações: (85) 3242-7466

Saiba mais

Região Metropolitana de Fortaleza
Dos 15 municípios da Região Metropolitana, Eunício ganhou em 11 no primeiro turno, e praticamente manteve esse espaço no segundo, liderando em 10 cidades, com exceção de Cascavel. 

Caucaia
Em 2012, o governador Cid Gomes, então no PSB, e o senador Eunício Oliveira não tiveram consenso sobre a disputa pela Prefeitura de Caucaia, quando Eunício apoiou a candidatura de Inês Arruda (PMDB), esposa do ex-prefeito da Cidade José Gerardo Arruda, derrotada pelo candidato do PRB, Dr. Washington.

Aliados
Formaram aliança com o PMDB, em 2014, os partidos PSC, DEM, PSDC, PRP, PSDB, PR, PTN e PPS.

Desempenho
Para a Assembleia Legislativa do Ceará, o PMDB foi o segundo partido a eleger o maior número de deputados, com seis eleitos, atrás do Pros, com 12 eleitos.

Municípios
Formam a Região Metropolitana de Fortaleza os municípios de Aquiraz, Cascavel, Caucaia, Chorozinho, Eusébio, Guaiuba, Horizonte, Itaitinga, Maracanaú, Maranguape, Pacajus, Pacatuba, Pindoretama e São Gonçalo do Amarante. 

Votos
Em 2012, Roberto Cláudio foi eleito prefeito de Fortaleza com cerca de 942 mil votos. Para o Governo do Estado, contra o petista Camilo Santana, Eunício Oliveira angariou cerca de 702 mil votos só na Capital, contra 526 mil do candidato de Cid Gomes.

(O Povo)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Danniel Oliveira quer engajamento da sociedade contra a CPMF

A otimização dos gastos com a Saúde e uma boa gerencia dos gastos evitariam o retorno da CPMF. A avaliação é do deputado estadual Danniel Oliveira (PMDB), contra a possibilidade da volta da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF), que desde 2007 deixou de ser cobrada.
Danniel Oliveira propõe o engajamento da sociedade, por meio de manifestações de rua ou das redes sociais, contra a volta da contribuição.
“A possibilidade da volta de mais um imposto vem preocupando as diversas camadas do setor produtivo, e que além de ser uma medida perversa, principalmente para os menos favorecidos, é inflacionaria”, alegou.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Eunício afirma que governos precisam evitar desperdício e não criar mais impostos

Em entrevista ao Programa “Frente a Frente” da Rede Vida, na noite desta quarta-feira (03), o líder do PMDB e da Maioria voltou a se posicionar contra a criação de novos impostos.
Eunício Oliveira argumentou que o momento exige dos governos medidas que evitem o desperdício de recursos públicos, os quais devem ser aplicados de forma correta e em investimentos e serviços com retorno à população.
“Trazer mais carga tributária, sacrificando ainda mais o contribuinte, não contará com a aprovação do líder do PMDB. Nosso partido defende mais responsabilidade com os recursos públicos, aplicação eficiente e retorno à população através de serviços de qualidade, sem que para isso seja criado mais um tributo”, afirmou.
Como exemplo da má aplicação de recursos, Eunício citou ações do governo do Ceará que através de empréstimos está bancando obras que não são prioridades para a população, como um grande aquário e um teatro de ópera, cada uma somando mais de R$ 1 bilhão.
“O Ceará tem em torno de 174 municípios em calamidade pública, passando sede, sem água potável, muitos municípios sem a condição de receber ao menos o recurso do carro pipa, enquanto o governador gasta mais de um bilhão de reais para a construção de um aquário. Que prioridade é essa?”, questionou.
Sobre a aprovação da alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para atingir a meta do superávit primário, o líder peemedebista afirmou que essa não reflete uma ação desejada por todos, mas a necessária no atual cenário econômico. “Nós fizemos um compromisso com o Brasil e entendemos que ela (mudança na meta fiscal) não devia ter acontecido, mas nesse momento é a melhor solução para que não se perca os empregos, essa geração de emprego e essa estrutura de sustentação”, argumentou.
Eunício sustentou que a dificuldade para aprovação da matéria neste final de ano se deve a renovação das bancadas tanto na Câmara e no Senado e que muitos parlamentares, que não terão mais mandato ano que vem, estão desanimados para terminarem seus trabalhos no Congresso.
“Há uma transição no Congresso Nacional. Dos 27 Senadores que foram às ruas, somente seis ou sete foram reeleitos. Essas pessoas que perderam as eleições, perderam o entusiasmo pelo término do mandato. Na Câmara, o percentual de renovação é de 40%. A base está num processo de transição. É difícil trazer aqueles que perderam as eleições para se engajar com esse final de mandato”, disse.
Para melhorar a relação da presidente Dilma Rousseff com o legislativo, Eunício defendeu que a chefe do Executivo dialogue mais com sua base e mantenha reuniões frequentes com os líderes das bancadas. “A presidente precisa dialogar mais com a base, e pelo menos uma vez por mês, ter reuniões sistemáticas com seus líderes para a convivência harmoniosa entre os dois poderes. Até para unificar essa base que é fundamental para a sustentação do governo Dilma”, sugeriu.
Reforma Ministerial
De acordo com o senador cearense, o PMDB tem discutido tranquilamente as mudanças que estão ocorrendo na Esplanada dos Ministérios e como participa do governo através do vice-presidente da República, Michel Temer. "É natural que seja chamado para participar da gestão, da administração. Cabe a Presidente dizer que tem tal espaço para o partido e debater se aceita ou não. Se o PMDB terá essa ou outra participação, cabe a presidente Dilma decidir”, afirmou.
Sobre a ventilação de que seu nome estaria sendo cotado para assumir um dos ministérios do governo Dilma, Eunício garantiu que seu destino na política é o que foi dado pelos cearenses ao depositar seu voto na urna e que se sente feliz como líder do PMDB no Senado.
Em relação aos nomes que se colocarão para a disputa da presidência do Senado, Eunício disse que a discussão não deve ser realizada neste momento, já que o atual presidente da Casa ainda não se manifestou se deseja concorrer à reeleição ou não. Questionado se desejaria concorrer ao cargo, o cearense afirmou que esse seria o desejo de todo parlamentar, presidir a Casa para a qual foi eleito, mas que essa é uma decisão a ser tomada dentro de um processo político negociado dentro da bancada e junto com os demais partidos.
Governo Dilma
Quanto a expectativa do novo governo Dilma, Eunício se mostrou confiante de que a presidente fará uma boa administração mas que para isso, é preciso colocar em prática os discursos propagados durante a campanha e que escute os clamores registrados na última eleição. “O governo precisa se reinventar. Foi eleita (Dilma) em um novo cenário econômico, político e de novas coligações, é preciso adequar ao que foi colocado para opinião pública. Muitas coisas podem ser naturalmente modificadas”, finalizou.

Congresso aprova nova meta fiscal

Após mais de 17 horas de sessão, os congressistas aprovaram no final da madrugada desta quinta-feira (04) o Projeto de Lei (PL 36/14) que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e assim flexibiliza a administração da meta de superávit primário das contas do setor público.
De acordo com Eunício, foi um processo de votação intenso, com amplas discussões e uso de todos os procedimentos regimentais e legais pela oposição para retardar a aprovação. Para ele, a medida não era a iniciativa desejada, mas que diante do cenário atual se faz necessária para a manutenção da geração de emprego e dos investimentos. “Entendemos que ela (mudança na meta fiscal) não devia ter acontecido, mas nesse momento é a melhor solução para que não perca os empregos, essa geração de emprego e essa estrutura de sustentação da economia”, argumentou.
O debate sobre a proposta só teve início após a análise de dois vetos presidenciais que acabaram sendo mantidos e depois da aprovação de Projeto de Lei (PLN) 31/14, que abre crédito especial no valor de R$ 248 milhões para o pagamento de dívida do Instituto Aerus de Seguridade Social. Em razão do quórum reduzido já no final da sessão, um destaque ao PL só será votado na próxima terça (09).
A alteração na LDO aprovada nesta madrugada busca mudar as regras da política fiscal brasileira em 2014 flexibilizando o limite fixo de 67 bilhões de reais para o abatimento das desonerações tributárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ou seja, o governo ganha liberdade para abater da meta todo o volume de investimentos do PAC e de desonerações que forem feitos até o final do ano, que até agora já somam R$ 122,9 bilhões.

Danniel Oliveira em campanha contra a volta da CPMF!

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O deputado estadual Danniel Oliveira (PMDB) iniciou, hoje, na Assembleia Legislativa, uma campanha contra a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira), o tributo cobrado automaticamente a cada transmissão de valores no banco.

Tal imposto deixou de existir em 2007, e a proposta de recria-lo é coordenada pelo governador eleito do Ceará, Camilo Santana (PT). Danniel considera a proposta abusiva e acredita que a criação de um novo imposto não seja algo benéfico para a população, especialmente para as classes mais baixas. Além disso, esse imposto também irá refletir no aumento da inflação.

Sendo assim, o deputado Danniel Oliveira convoca todos que consideram essa proposta um absurdo e não concordam com a criação de mais um imposto para entrarem nessa luta. Vamos juntar forças contra a volta da CPMF!

Lei Antifumo nacional passou a valer a partir desta quarta

Passou a valer em todo o país, nesta quarta-feira (03), a chamada Lei Antifumo que proíbe, entre outras coisas, fumar em ambientes fechados públicos e privados. A estimativa é que as novas regras influenciem os hábitos de 11% da população brasileira, composta por fumantes.
Aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, a Lei 12.546 proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.
Em caso de desrespeito à norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados e até perder a licença de funcionamento. Entre os frequentadores de bares e restaurantes, a lei não é unanimidade.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Eunício é contra criação de nova CPMF

“A população do Ceará pode ficar tranquila, enquanto eu for o líder do PMDB no Senado não haverá uma nova CPMF”, avisa Eunício Oliveira, líder do partido e do bloco da Maioria, ao comentar a proposta para recriar aquele imposto, coordenada pelo petista Camilo Santana, governador eleito do Ceará.
“A CPMF é um dos piores impostos que existe, é perverso, pois atinge inclusive a população mais pobre, hoje em dia praticamente todo mundo precisa usar de serviços bancários. Além disso, quando atinge todas as operações financeiras, é inflacionário uma vez que vai parar no custo das empresas e das mercadorias”, adverte o Senador.
Para melhorar a situação fiscal dos Estados, Eunício Oliveira defende austeridade e prioridade nos gastos públicos, junto com o controle absoluto do desperdício. “Aumentar imposto é a solução mais fácil para o governante, difícil mesmo é cuidar do dinheiro dos trabalhadores, sufocados por tantos impostos”, compara o Senador.
“Temos é que criar ambiente propício e atrativo para que as empresas continuem investindo e até lancem novos negócios. Isso se faz com infraestrutura e desonerações, como eu fiz no relatório de MP 610, quando retiramos mais de R$ 70 bilhões de impostos da folha salarial das empresas e, depois, com o Supersimples”, defende Eunício Oliveira.
Aumento FPM
Nesta terça-feira (02) Eunício participou da sessão solene que promulgou a Emenda Constitucional 84 que altera o valor do repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).
O novo texto define que a União repassará aos municípios 24,5% do produto líquido da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), antes o repasse era de 23,5%. Estima-se que em 2015, o acréscimo do montante a ser destinado aos 5.568 entes da Federação será de R$ 2,2 bilhões. Para 2016, o repasse deverá chegar a R$ 4,5 bilhões.
Eunício considera a iniciativa um passo importante para o auxílio aos municípios, muitas vezes penalizados no custeio dos serviços básicos a serem prestados ao cidadão. “É preciso ir além e garantir que a União se comprometa com o aumento do repasse em outras áreas, como é o caso da saúde, através da aprovação do Orçamento Impositivo”, argumentou.
TCU
Ainda na manhã desta terça, Eunício acompanhou na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a sabatina e aclamação do nome do senador Vital do Rêgo, indicado pelo PMDB, para ocupar cadeira de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU). Vital deve ficar no lugar do ministro José Jorge.
Eunício disse que o indicado cumpriu com dedicação e comprometimento seu mandato tanto na Câmara como no Senado e reúne todas as credenciais para assumir mais essa missão. “Tenho certeza que seu trabalho será pautado pela ética e responsabilidade com as quais se baseou durante sua vida pública”, afirmou.
O nome do senador Vital do Rêgo ainda precisa passar por análise do plenário do senado.

Danniel Oliveira aponta as dificuldades que o futuro gestor irá enfrentar

Durante a sessão plenária desta terça-feira, 02, o deputado estadual Danniel Oliveira falou sobre os desafios que o próximo governador irá enfrentar, especialmente nos setores de segurança pública, saúde e combate à seca, que passam por um momento difícil no Estado. De acordo com ele, os investimentos feitos nas três áreas em questão não foram bem geridos, o que causou uma grande deficiência ao nosso Estado.

Os dados mostram que a violência aumentou em comparação com 2006; as políticas de convivência com a seca – considerada a pior dos últimos 60 anos – não foram bem desenvolvidas; e apesar de importantes equipamentos de saúde terem sido construídos, os mesmos não foram bem equipados e não suprem a necessidade da população. “Espero que o futuro governador cumpra as promessas feitas e que, de fato, solucione as pendências deixadas pela atual gestão”, finalizou.

PSDC confirma oposição ao governo Camilo Santana na AL

O presidente do PSDC Ceará, deputado Ely Aguiar, já coloca o partido como oposição ao governador eleito, Camilo Santana (PT). Apesar de tecer elogios a Camilo e afirmar que o petista é uma pessoa competente, Aguiar ressalta que fará oposição, pelo fato de o novo governador ser do Partido dos Trabalhadores (PT). “O PSDC não apoia um partido que está acabando com o País. Eu, pessoalmente, não voto no PT nem amarrado”, enfatiza.
Bloco
O PSDC faz parte do bloco de oposição ao próximo governo que está se formando e tem como líder o senador e ex-candidato ao governo, Eunício Oliveira (PMDB). O bloco já tem 13 deputados estaduais e ainda negocia a entrada de mais dois partidos, podendo chegar a ter 15 deputados, segundo a contagem do grupo.
Oposição
E como os outros membros do bloco já afirmaram, Aguiar confirma que fará uma oposição de fiscalização e de cobrança. “O partido não vai fazer uma oposição irresponsável e nem oposição por ser oposição, mas vai cobrar do novo governador todas as promessas que foram feitas pelo PT e coligação na campanha ao Governo do Estado”, pontua.
Trabalho
Para o parlamentar, a Assembleia dará um pouco mais de “trabalho” ao próximo governador, que terá uma oposição de, no mínimo, 15 deputados, contando com Heitor Férrer (PDT) e Renato Roseno (Psol). “O novo governador confia na situação que é majoritária, esquecendo que o bloco de oposição já tem 15 deputados que vai cobrar tudo que tem direito e ser contra tudo aquilo que for errado”, afirma.
Com informações do OE

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DEU NO VALOR ECONÔMICO: Campanha de Camilo deixa rombo de R$ 11,1 milhões nas contas do PT

Dados registrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o Partido dos Trabalhadores acumulou nas disputas estaduais uma dívida de R$ 74,5 milhões, a maior entre os partidos.

O PSDB, que assim como o PT elegeu cinco governadores, registrou um rombo de R$ 9,8 milhões nas campanhas pelo comando dos Estados. Já o PMDB, que foi vitorioso em sete Estados, terá que pagar R$ 7,9 milhões, herdados das campanhas estaduais.

No segundo turno, o maior rombo foi registrado pela campanha do candidato petista Camilo Santana, com R$ 11,1 milhões. Com a ajuda do governador Cid Gomes (PROS), Camilo arrecadou R$ 39,9 milhões, mais do que o dobro recebido pela campanha do petista Alexandre Padilha em São Paulo, derrotado no primeiro turno. No entanto, gastou R$ 51 milhões.

No segundo turno, a dívida da campanha de Camilo soma-se aos R$ 2,4 milhões deixados pela campanha do governador reeleito do Acre, Tião Viana (PT) e aos R$ 2 milhões de Delcídio Amaral (PT), na eleição pelo governo do Mato Grosso do Sul.

A reportagem completa está publicada na edição desta segunda-feira (1) do Valor Econômico.

sábado, 29 de novembro de 2014

Dilma ataca oposição em encontro do PT em Fortaleza

A presidenta Dilma Rousseff criticou, na sexta-feira (28), em reunião do Diretório Nacional do PT em Fortaleza (CE), a atuação da oposição após o término das eleições presenciais. “Eles não nos perdoam por estarem tanto tempo fora do poder”, disse. Dilma relembrou que os “golpistas” sempre existiram no Brasil. No entanto, para ela, é preciso ter encará-los com “serenidade” e não se deixar cair em provocações. “Vamos lutar com tranquilidade e serenidade. Nós não podemos cair em nenhuma provocação. Nós não podemos esquecer uma coisa que o povo nos confiou: um mandato de quatro anos. E nós vamos exercê-lo tentando, buscando, lutando e fazendo o melhor governo possível”, afirmou a presidenta.

Para Dilma, é preciso ter união para enfrentar as adversidades e governar com generosidade. Segundo ela, o segundo mandato na Presidência da República será do PT, dos partidos aliados, dos movimentos sociais e de todos os brasileiros, eleitores do partido ou não. “Eu fui eleita para continuar mudando o Brasil, defendi as nossas realizações. Não teria vencido se não fosse pelo apoio da militância, do PT, dos partidos aliados e dos movimentos sociais”, explicou a presidenta. A presidenta estava acompanhada do presidente nacional do PT, Rui Falcão, do governador eleito pelo partido no Ceará, Camilo Santana, do ministro da Secretaria de Relações Internacionais, Ricardo Berzoini, entre outros correligionários.

A presidenta, no entanto, disse não estar satisfeita com a atual situação econômica. Para ela, é preciso fazer um esforço “imenso” em relação à inflação. “Os últimos dados mostram que a inflação vai fechar abaixo do teto máximo da meta esse ano, mas isso não significa que estamos contentes. O Brasil tem de inovar, melhorar a competitividade”, falou. Dilma aproveitou o primeiro evento político após o fim das eleições para agradecer à militância do partido pelo apoio na campanha. “Agradeço à militância do PT pela capacidade de agir, debater e pela coragem de enfrentar a adversidade política”, falou a presidenta. A presidenta também pediu a aproximação do partido e do governo com os movimentos sociais. Aos correligionários, Dilma voltou a defender a criminalização da homofobia. “Nós temos de ser os defensores dos direitos humanos”, afirmou.

Sobre a reforma política, ela disse ser preciso ter compromisso com essa pauta. “Nada nesse combate à corrupção construído nos últimos anos será efetivo se não fizermos uma verdadeira reforma política. Eu pessoalmente só acredito em reforma política com participação popular”, disse a presidenta. Para Dilma, a grande missão do PT para os próximos anos é preservar o modelo de desenvolvimento adotado atualmente, com geração de emprego e valorização do salário mínimo. “Nós temos uma visão estratégica de desenvolvimento e isso nos diferencia. Não achamos que toda parte social é um anexo da política. Achamos que está no centro da nossa política”, disse.