Eunício pede que governo considere redução de juros do FNE para desenvolvimento do Nordeste

Durante a realização da cerimônia que anunciou a liberação de milho para pequenos e médios agricultores e produtores da agroindústria, no palácio do Planalto, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), pediu que o governo considere rever a política de taxa de juros cobrados nos financiamentos praticados pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).
Eunício defendeu que o Fundo, gerido pelo Banco do Nordeste, disponibilize uma taxa de juros mais acessíveis para que novos empreendimentos possam alavancar a economia da Região. “Temos dinheiro suficiente no Banco do Nordeste, cerca de R$ 27 bilhões disponíveis, e que podem ser utilizados para alavancar o desenvolvimento da indústria e do comércio do nordeste brasileiro”, pediu.
O senador cearense informou ao presidente da República, Michel Temer, e ao ministro da Fazenda, Henrique Meireles, que estará reunido hoje com governadores de vários estados do País e que esta é uma das demandas apresentas pelos gestores nordestinos. Ele disse esperar a sensibilidade do executivo federal em relação a essa pauta. “Eu tenho a convicção de que o presidente está no rumo certo (...) chegou a hora de nós alavancarmos a indústria, de alavancarmos empreendimentos no Nordeste brasileiro através desse fundo que precisa reduzir sua taxa de juros para que tenha uma melhor aplicação”, concluiu.
O presidente do Senado lembrou ainda que Temer tem feito sinalizações importantes com medidas fundamentais para os estados nordestinos como a liberação de recursos para projetos de convivência com a seca, para conclusão das obras da Tranposição do Rio São Francisco e a ampliação do Programa Minha Casa Minha Vida.
A solenidade formalizou a liberação de milho dos estoques governamentais para venda a criadores de pequeno e médio porte do Nordeste. No total, foram liberadas 200 mil toneladas de milho para a região, o que soma em torno de 2,3 milhões de saca do grão beneficiando cerca de 140 mil criadores de aves, suínos, bovinos, caprinos, ovinos, codornas e bubalinos.
O programa, chamado de Vendas em Balcão, permite o acesso de pequenos criadores, que usam o milho como ração animal, por meio de venda direta e a preço de atacado.
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Autor José Guedes

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